II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARTE/EDUCADORES e XXIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO DOS ARTE/EDUCADORES DO BRASIL

Em 2014 pela primeira vez o Estado do Paraná, em especial  a UEPG – Universidade Estadual de Ponta Grossa através do Departamento de Artes, sediará o II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARTE/EDUCADORES e  XXIV CONGRESSO DA FEDERAÇÃO DOS ARTE/EDUCADORES DO BRASIL.

Programação Capa

Nós do GPAP – Grupo de Pesquisa Arte na Pedagogia estamos espalhados pelo CONFAEB 2014.

2º DIA – 15/11 (SÁBADO). 14h00 às 15h30

Grupo de trabalho de ARTES VISUAIS com Jurema Luzia de Freitas Sampaio

Grupo de trabalho Ju Sampaio

Grupo de trabalho de ARTES VISUAIS com Fabiana Souto Lima Vidal (UFPE, Pernambuco), Fábio Wosniak (UDESC, SC), Gisele Brandelero Camargo (UEPG) e outr@s amig@s.

Grupo de trabalho fabiana vidal e fabio wosniak

3º DIA – 16/11 (DOMINGO)

Às 16h00: Workshop de danças circulares da Mirza Ferreira (UNICAMP/GPAP)

Workshop da Mirza

Às 16h00 também: Grupo de trabalho de ARTES VISUAIS com Maristela Sanches Rodrigues (UNESP, SP/GPAP)

Grupo de Trabalho Maristela Sanches Rodrigues

4º DIA –– 17/11 (SEGUNDA-FEIRA)

AÇÕES SIMULTÂNEAS (locais diversos)
UEPG – CAMPUS CENTRAL, CINE TEATRO ÓPERA e ESCOLAS FORMAIS E NÃO-FORMAIS. AÇÃO 1 com Mirian Celeste Martins, Mirza Ferreira, Fabio Wosniak, Thaise Nardim, Maria José Falcão e outros nossos amigos e amigas.

Dia 17_ação 1

Dia 17/11 à tarde, nossas MESAS.

Mesa 17 com Mirian Celeste Martins, Lucia Maria Lombardi, Anna Rita Araújo, Daniel Bruno Momoli.

E na Mesa 19: Mirian Celeste Martins, Simone Flach, Lucia Maria Lombardi, Ana Paula Abrahamian, Monique Traverzim, Wasti Henriques e amig@s!

Mesa 17 Mesa 19

Ainda no dia 17/11 Grupo de trabalho de TEATRO com Ana Cristina de Moraes (UECE / UNICAMP)

Grupo de trabalho Ana Cristina de Moraes

Gratidão Manoel de Barros

Manoel de Barros…

MUITO OBRIGADA!

Me ensinou tanta, tanta coisa importante, isto é, a desver o mundo e trilhar descaminhos.

Com você aprendi a entrar em estado de árvore, a compor meus silêncios, a amar despropósitos, a saber que as coisas que não têm nome são mais pronunciadas por crianças.

Nem é possível listar aqui tudo o que você nos ensina. Minha saudade expresso pelas palavras da amada amiga Cintia Alves:

O passarinho voou.
Foi cuidar de coisas desimportantes em outra parte.
Manoel de Barros (1916-2014)… mas esses são apenas números.”

Uma didática da invenção 

IX

Para entrar em estado de árvore é preciso
partir de um torpor animal de lagarto às
3 horas da tarde, no mês de agosto.
Em 2 anos a inércia e o mato vão crescer
em nossa boca.
Sofreremos alguma decomposição lírica até
o mato sair na voz .
Hoje eu desenho o cheiro das árvores.

Poema número IX “Hoje eu desenho o cheiro das árvores”, de “O Livro das Ignorãças”

Mural no Instituto de Artes (IA - UNESP), no XXII CONFAEB Arte/Educação: corpos em trânsito — com Manoel de Barros. 2012.

Mural no Instituto de Artes (IA – UNESP), no XXII CONFAEB Arte/Educação: corpos em trânsito — com Manoel de Barros. 2012.

desvenda me ou devoro te

desvenda me ou devoro te

Performance e resistência. Revolucionar, humildemente.

No campus Sorocaba da UFSCar – Universidade Federal de São Carlos. Em 2013.

Atuadores/Esfinges:

Aline Mesquita, Amanda Sene, Barbara Ginna, Carina Domingues, Chayene Santos, Jaciara Bueno, Lenaye Valvassori, Lucia Lombardi, Maisa Penha, Mariane Ribeiro, Rafael Doin, Thaís Castro.

Fotógrafo: Tiago Francis

Filmagem: Hylio Laganá

“É certo; então reprimamos

esta fera condição,
esta fúria, esta ambição,
pois pode ser que sonhemos;
e o faremos, pois estamos
em mundo tão singular
que o viver é só sonhar
e a vida ao fim nos imponha
que o homem que vive, sonha
o que é, até despertar.
Sonha o rei que é rei, e segue
com esse engano mandando,
resolvendo e governando.
E os aplausos que recebe,
Vazios, no vento escreve;
e em cinzas a sua sorte
a morte talha de um corte.
E há quem queira reinar
vendo que há de despertar
no negro sonho da morte?
Sonha o rico sua riqueza
que trabalhos lhe oferece;
sonha o pobre que padece
sua miséria e pobreza;
sonha o que o triunfo preza,
sonha o que luta e pretende,
sonha o que agrava e ofende
e no mundo, em conclusão,
todos sonham o que são,
no entanto ninguém entende.
Eu sonho que estou aqui
de correntes carregado
e sonhei que em outro estado
mais lisonjeiro me vi.
Que é a vida? Um frenesi.
Que é a vida? Uma ilusão,
uma sombra, uma ficção;
o maior bem é tristonho,
porque toda a vida é sonho
e os sonhos, sonhos são.”

Príncipe Segismundo. A vida é sonho. Calderon de La Barca. 

desvenda me ou devoro te

desvenda me ou devoro te

Desvenda me ou devoro te 5

Desvenda me ou devoro te 14

Desvenda me ou devoro te 15

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Compondo um retrato da escola. Marcas que você percebe. Reflexos. Expressão. PERFORMANCES.

Posto coisas com atraso, querid@s.

Tempo de professor é um tempo corrido e incorreto. Aí, tempo de professor-artista tem licença poética.

Então vamos.

No primeiro semestre de 2014 fiz uma proposta para meus amados alunos da disciplina Metodologia e Prática do Ensino de Arte, no curso de Pedagogia da UFSCar campus Sorocaba.

Compor um retrato da escola, isto é, criar uma obra de arte que retratasse uma escola, refletisse sobre os valores que a norteiam revelados pelas ações que são encaminhadas em seu interior.

Primeira pergunta: Qual escola você quer retratar?

Escola Estadual Nossa Senhora do Belo Ramos Clasroom Portraits de Julian Germain

Alunos da Escola Estadual Nossa Senhora do Belo Ramos, em Belo Horizonte. Livro Clasroom Portraits de Julian Germain.

Hoosier_School_1987

GEORGE DEEM. Hoosier School, 1987, Oil on canvas.

A escola do seu retrato…

  • Respeita a criança/jovem para que possa desenvolver-se em um processo pessoal?
  • Oferece espaços variados para descobertas?
  • É espaço de crescimento mútuo de educadores e educandos?

A escola do seu retrato…

  • Pretende formar as pessoas mediante padrões de comportamento específicos, considerados “corretos”, “desejáveis” ou “aceitáveis”?
  • Abre espaço para a fruição da cultura e sua re-produção?
  • Considera que o conhecimento é construído na interação entre os sujeitos, na experiência pessoal e subjetiva?

Fiz outras tantas perguntas.

Experimentamos linguagens para pensar.

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Palavra valise Paulo Roberto

Palavra-valise do Paulo Roberto.

Performamos tudo.

Fraturas“, do artista convidado, Ernesto Ferro.

Traumatizando”. Frases traumatizantes de professores. Atuadora: Lucia Lombardi

Escuto Traumas de Escola”. Atuadores: André Ferreira, Bianca Hoffmann, Debora Sanches, Elifaz Candido, Monize Machado, Nayara Silva, Rodrigo Alves, Vanessa Rubinato.

Fotógrafos(as): Anie de Morais, Damaris Lima, Paulo Pistili.

FRATURAS.  De Ernesto Ferro

FRATURAS.
De Ernesto Ferro

Lousa do Fraturas.

Lousa do Fraturas.

Escuto traumas de Escola (em homenagem a Ana Teixeira). Elifas Cândido e Anie Elisa de Moraes.

Escuto traumas de Escola (em homenagem a Ana Teixeira). Elifas Cândido e Anie Elisa de Moraes. Foto da Damaris Lima

Esculto traumas de Escola. André Ferreira e Paulo Roberto.

Esculto traumas de Escola. André Ferreira e Paulo Roberto. Foto da Damaris Lima

Escuto traumas de Escola. Eu conversando com Monize Machado. Performance “Traumatizando”. Frases traumatizantes de professores.  Professora-artista: Lucia Lombardi Intervenção urbana “Escuto Traumas de Escola” Professores(as)-artistas: André Ferreira, Bianca Hoffmann, Debora Sanches, Elifaz Candido, Monize Machado, Nayara Silva, Rodrigo Alves, Vanessa Rubinato. Fotógrafos(as): Ademir, Aline Isidoro, Aline Luz, Anie, Ana Carolina, Anízio, Damaris, Daniel, Isadora, Josiane, Jéssica, Lenna, Luana, Maisa, Pablo, Paulo Pistili, Paulo Roberto, Suellen, Tatiane, Thais.

Escuto traumas de Escola. Eu conversando com Monize Machado. Foto da Damaris Lima.

Traumatizando. Eu e Rafael Doin. Foto da Anie.

Traumatizando. Eu e Rafael Doin. Foto da Anie.

Traumatizando. Eu na foto da Anie.

Traumatizando. Eu na foto da Anie.

MENIN@S

Como resultado do curso de Performance que ministrei na Semana da Pedagogia da UFSCar campus Sorocaba em Outubro de 2014: a performance MENIN@S.

Fotógrafa: Estela Casagrande

Atuadoras:

Amanda Sene

Barbara Ginna

Bia Rodrigues

Calíope Corcovia

Francilene Peternella

Juliana Oliveira

Thayne Rosa

Vera Lucia Soares

Participação surpresa/improvisada/especial: Tiago Francis do Coletivo Cê. (Tiago, a gente te acha o máximo e ama oCê)

Performance 2014_menin@s 1

Performance 2014_menin@s 4

Performance 2014_menin@s 2

Performance 2014_menin@s

Performance 2014_menin@s 3

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Performance 2014_menin@s 6

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Capa do blog. O muro performático de Ernesto Ferro

O artista Ernesto Ferro e seu muro-intervenção, toda semana uma frase, uma imagem diferente. Todas, sempre belíssimas, emocionantes. Daquela vez, em maio de 2014, com muita honra e alegria, foi dedicado a mim com estas palavras: "Esta eu dedico à Profa. Lucia Maria Lombardi. Obrigado por permitir que a árvore não se pareça com uma árvore e que ela pode sim ser azul, amarela, roxa, preta..." Valeu Ernesto!!!  Uso seu muro de capa do meu blog, porque por sua tão grande sensibilidade, sua arte também me representa! (6/maio/2014)

O artista Ernesto Ferro e seu muro-intervenção, toda quinzena uma frase, uma imagem diferente. Todas, sempre belíssimas, emocionantes.

Peço licença.

Adoro o muro que ganhei, daquela vez, com muita honra, alegria e surpresa.

Então gostaria de compartilhar do que se trata essa imagem, que tanto me representa, expressa pela sensibilidade do artista.

Convidei o artista visual, escultor e performer Ernesto Ferro para ir ao campus da UFSCar Sorocaba para expor sua intervenção “Fraturas” e para conversar com os estudantes do curso de Pedagogia.

Fizemos (eu e os alunos da disciplina de Arte daquele semestre) duas performances para acompanhar a do Ernesto (uma chamada “Traumatizando” e outra, em homenagem a Ana Teixeira, chamada “Escuto traumas de Escola”) e depois, durante o bate-papo dos estudantes com o artista, eu comentei algo sobre a violência simbólica que o adulto exerce sobre a criança, impondo suas maneiras de racionalizar e de ver o mundo, por meio de formas de desenhar e pintar que envolvem usar “a cor certa”, “formas certas”, criam proibições, repressões, distorções no pensamento infantil. Lá pelo meio daquela fala, disse que penso que as árvores podem ser azuis.

Isso foi em abril de 2014. Pouco depois, em maio, recebi uma mensagem no mural do facebook com a foto do muro da casa do Ernesto Ferro – que é um muro performático em Sorocaba, no qual a cada 15 dias o artista faz uma arte, escreve uma frase, pinta, esculpe. O muro daquela quinzena foi dedicado a mim com estas palavras do Ernesto:

“Esta eu dedico à Profa. Lucia Maria Lombardi. Obrigado por permitir que a árvore não se pareça com uma árvore e que ela pode sim ser azul, amarela, roxa, preta…”

Emocionei-me. Arvoreci.

Valeu Ernesto!!! Seu muro é capa do meu blog, porque por sua tão grande sensibilidade, verdade e poética, sua arte também me representa! (6/maio/2014)

Outubro no GUETO – Grupo Universitário de Estudos do Teatro do Oprimido

Estamos nos divertindo no GUETO – Grupo Universitário de Estudos do Teatro do Oprimido, criação do prof. Dr. Hylio Laganá Fernandes, que é um biólogo que ama teatro e fotografia.

No gramado da UFSCar campus Sorocaba, eu estava com João Alexandre, Gabriela Aceituno, Luiz Philippe Dias, Fernanda Souza, Alessandra Ferreira, Jaciara Bueno, Dani Cassiano e Denise Paes. 

Fomos pegos, sem saber, pela foto da Juliana Oliveira

GUETO ao ar libre 8 out 2014

 Foto da Juliana Oliveira